Tecnologia
Descubra a melhor tag RFID para a gestão dos seus ativos imobilizados
Publicado por Fernando Mello · 13/04/2022 · 0 comentário(s)
Além dos diferentes materiais, as tags RFID se distinguem pelo tipo de emissão do sinal, tipos de leitura e alcance
A tecnologia de etiquetas RFID (sigla em inglês para “sistema de identificação por radiofrequência”) é uma das tecnologias mais utilizadas para a gestão de ativo imobilizado, por se destacar pela boa relação custo x benefício para a empresa que deseja investir em automação do inventário de ativo imobilizado.
Vale lembrar que as etiquetas de RFID substituem os códigos de barra e utilizam um sistema de identificação por radiofrequência, que funciona por meio de uma antena embutida na tag.
O RFID ainda se destaca por impedir que haja uma leitura duplicada de algum item, pela maior precisão na contagem em larga escala e independer da checagem visual.
A leitura é feita por ambiente enquanto as etiquetas de código de barra requerem aproximação ponto a ponto, o que torna a operação mais demorada.
A velocidade de leitura, superior ao de um QR Code, por exemplo, é outro ponto positivo, bem como, a possibilidade de leitura simultânea de várias tags é possível fazer o inventário de um mesmo ambiente com uma única leitura.
Uma vez afixadas ao ativo imobilizado, as etiquetas emitem a radiofrequência e entram em contato com o aparelho leitor, há troca de dados entre eles e, então, é possível identificar o bem sem que haja a aproximação do leitor de código de barras, como acontece em um inventário tradicional.
O que você precisa saber para usar as tags RFID na gestão do ativo imobilizado
Vale destacar que para a gestão do ativo imobilizado fazemos uso das chamadas tags passivas.
Elas não possuem bateria própria e dependem do sinal do leitor para a captação dos dados. Por outro lado, elas permitem a leitura simultânea de várias tags, agilizando a conferência dos ativos imobilizados.
Outra característica importante é que por possuírem uma antena interna, esse tipo de tag pode sofrer interferências de obstáculos e não chegar de forma clara ao leitor de RFID.
Ativos que possuem superfícies metálicas são outro desafio para esse modelo de etiqueta, pois eles também podem interferir na emissão de ondas e prejudicar a execução do inventário.
Contudo, o mercado já conta com etiquetas específicas que driblam essa dificuldade com excelência.
As etiquetas RIFD mais usadas para o inventário do ativo imobilizado
Três são os modelos de etiquetas RFID que você deve se atentar para gerir o seu ativo imobilizado:
Tag Metálica: é uma etiqueta flexível e, como o próprio nome diz, conta um revestimento metálico bem fino que que serve para isolar o chip do RFID da base metálica que na qual a TAG será fixada. Ela é utilizada em notebooks, racks, nobreaks, móveis de metal, ou seja, qualquer equipamento que possua a superfície metálica.
Vale ressaltar que produtos eletrônicos requerem tags com um isolamento especial, de modo que o sinal de RFID não interfira em seu funcionamento. As tags passivas são as que melhor se adequam a essas condições.
Tags Não Metálicas: trata-se de uma etiqueta flexível simples, como o chip embutido entre as camadas. Ela é utilizada principalmente em superfícies que não possuem metais em sua composição, por exemplo, mesas e armários de madeira, cadeiras etc. Em outras palavras, ela é ideal para ser afixada em qualquer superfície que não seja metálica
Tag Encapsulada: o nome se deve ao fato de esse modelo de etiqueta contar com uma espécie de “blindagem”, que protege o chip contra a água, umidade e alta temperatura, pois não podemos esquecer que o chip é um hardware sensível. Essa etiqueta é utilizada em plantas industriais onde a ambiente é mais hostil aos modelos anteriores.
Por fim, em termos de alcance, para a gestão do ativo imobilizado são adotadas etiquetas RFID de alta frequência – a distância específica será mensurada pela equipe técnica que fizer a gestão do ativo imobilizado, de modo a otimizar o processo. “Esses detalhes é que definem o sucesso na implantação do RFID na gestão patrimonial”, analisa Andrea Araújo, diretora da Saraf Controle Patrimonial.
Quer mais informações sobre como instalar e como fazer a gestão dos seus ativos imobilizados por meio das tags RFID? Entre agora em contato com um dos especialistas da Saraf.
Foto de Johnstocker no Adobe Stock
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